domingo, 9 de setembro de 2007

As Tecnologias e a Sociedade

As Tecnologias e a Sociedade


Desde os mais remotos tempos, o homem tem buscado se valer de artefatos e ferramentas que o auxilie na realização de tarefas e amplie sua capacidade de ação, das mais simples as mais complexas. Criou objetos de defesa, de subsistência, desenvolveu a fala, a linguagem e a escrita usando símbolos para a comunicação e registro de seus feitos e de suas vivências. A criação dessas tecnologias foi se desenvolvendo ao longo da história e de acordo com as necessidades da humanidade em cada época e momento histórico.
Por volta do século VII ac, surgiu a escrita alfabética a partir da qual o homem passou a desenvolver a comunicação escrita, percorrendo uma longa trajetória com diversos povos antigos culminando com os fenícios a criação do alfabeto constituído por letras. Segundo alguns historiadores foram a invenção do alfabeto que criou as primeiras condições para o surgimento e desenvolvimento das Tecnologias de Informação e de Comunicação. Porém, inicialmente tudo era manuscrito, nada era mecanizado. Isso mudou por volta de 1450, com o surgimento da prensa quando Gutemberg substituiu as pranchas xilográficas por caracteres móveis de madeira, o que tornou possível a impressão de cópias de folhetos e livros idênticos, impulsionadas pela explosão intelectual na Europa ocorrida com a Renascença. Esse fato mudou a forma de conceber o conhecimento que até então era feito diretamente pelos filósofos e mestres a seus discípulos. A possibilidade de reproduzir cópias idênticas de panfletos e livros impulsionou muitas outras mudanças na área religiosa, econômica, social, intelectual e cultural da época. Até o início do século XVI já havia milhões de livros impressos, o que provocou uma grande revolução na história da humanidade.
Com a imprensa e mais especificamente, com o surgimento do livro impresso, começaram a ocorrer grandes mudanças nas formas de aprender da humanidade, que passaram a ter acesso, lento é verdade, ao conhecimento. Estudiosos afirmam que sem essa mudança tecnológica dificilmente teriam ocorrido os grandes acontecimentos históricos como o protestantismo, desenvolvimento da ciência experimental e os estados nacionais.
O século XVIII também foi marcado por grandes mudanças tecnológicas que causaram profundas transformações econômicas, culturais, sociais e educacionais na história da humanidade. O surgimento das máquinas a vapor, que oportunizou a produção mecanizada, alterou o sistema produtivo com base agrária para o industrial e provocaram mudanças profundas nas formas de pensar, de agir, nas relações e na organização da sociedade.
A industrialização e o desenvolvimento tecnológico passam a crescer juntos a partir de então, pela necessidade de melhorar os mecanismos de produção e de colocação dos produtos no mercado exigindo dessa forma novos e ágeis sistemas de distribuição de produtos. Dessa forma surgiu a necessidade de desenvolvimento de redes de comunicação, redes de transporte férreo, redes elétricas e as linhas telegráficas, as rotas de navegação, pois é através dessas redes que acontece a comunicação e a circulação de pessoas, de informação e de mercadorias.
Paralelamente a isso, cresce o incentivo ao conhecimento científico, inicia o processo de urbanização impondo a sociedade novos costumes e novos valores, marcados pelo empreendedorismo e espírito criador, caracterizando a idéia de progresso vista nos últimos séculos.
Surgem também nessa época, impulsionados pelas descobertas científicas e pelas crescentes alterações culturais e comerciais, o correio moderno, o telégrafo, o telefone, a fotografia e o cinema. O desenvolvimento tecnológico associado ao das comunicações e telecomunicações levou no século passado, a ver o homem chegar à lua e, a conviver com novas tecnologias como o rádio, a televisão, o vídeo, os satélites, o computador e a internet.
Há dois séculos, a humanidade tem vivido as maiores e mais profundas mudanças da sua história, devido ao surgimento de um grande número e tipos de novas tecnologias que fazem parte da vida das pessoas e estão presentes nas diversas áreas do conhecimento, da economia, da saúde e da ciência.
Atualmente, o computador é a tecnologia que engloba as demais mídias, som, imagem, comunicação e informação e na sua trajetória histórica consta que passou a ser desenvolvido a partir de 1940, quando o primeiro modelo criado o ENIAC, tinha o tamanho equivalente a um prédio de três andares e consumia energia equivalente a de uma cidade. Mas, o computador só teve realmente um grande impacto na sociedade a partir dos anos 70 a 80 com a criação dos modelos domésticos e posteriormente com o surgimento da internet.
Esse breve panorama histórico da evolução das tecnologias nos permite observar o quanto esses meios podem produzir transformações sociais, econômicas e culturais na vida das pessoas e na história da humanidade e, analisar as conseqüências que essas transformações estão trazendo para o cotidiano das pessoas no âmbito social e educacional nos dias de hoje.
Embora essas tecnologias tenham sido criadas para fins diversos, que não intencionalmente específicos para educação, sabemos que assim como causaram grandes transformações na sociedade, podem da mesma forma, quando utilizados como meios, produzir novas formas de aprender, de ensinar, de interagir e assim nos levar a rever os fins e os métodos da educação. Isso representa um desafio para a escola na medida em que compete a ela a função de educar nossas crianças e jovens para serem futuros trabalhadores e cidadãos conscientes e atuantes (Borges... [et al.],2003)
Chegamos ao século XXI, com as grandes transformações produzidas pelas tecnologias de informação e de comunicação em nossos modos de ser, de pensar e de agir. Precisamos refletir e enfrentar sobre os desafios que essa realidade trás para a educação hoje, como utilizar de forma eficiente e eficaz as mídias no fazer pedagógico de forma construtiva e colaborativa e como preparar os professores para a utilização efetiva desses meios para a construção do conhecimento utilizando os mecanismos de interação, colaboração e cooperação.
Mas a introdução da informática educativa é um processo que precisa de políticas públicas específicas, de um esforço coletivo somando ações voltadas para o conhecimento desta nova realidade, dos novos paradigmas educacionais, da realidade cultural e social hoje e da clareza do que queremos e o que faremos para educar um jovem a fim de que se torne um cidadão crítico e consciente.
A Informática na Educação muitas vezes é vista como mera adição de uma tecnologia- o computador- no sistema educacional. Essa forma de conceber a Informática na educação parte do princípio de que o sistema de ensino precisa modernizar-se. Na prática, isso envolve a montagem de laboratórios, a aquisição de equipamentos e a presença de professores capacitados.

Na tentativa de utilizar o computador como mais uma técnica moderna de ensino, algumas escolas optam pelo uso de softwares específicos sobre determinado conteúdo do currículo escolar, que se constitui de uma série bem estruturada, de fatos e exercícios, que têm como objetivo a fixação de informação e de um padrão de resolução de problemas. Tradicionalmente, são os mesmos exercícios aplicados por um professor em sala de aula, com a utilização do uso do quadro-negro, de livros ou apostilas. Mas, pela qualidade do recurso em si, os programas, geralmente, se apresentam aparentemente de forma mais atrativa e com possibilidades de adaptar as seqüências de exercícios à capacidade do aluno.

Nesse caso, o uso do computador é localizado no âmbito de uma determinada disciplina. Entretanto, o fator mais importante é que suas características pedagógicas não propiciam mudanças na estrutura de ensino e nem no conteúdo. Em outras palavras, “o uso do computador como máquina de ensinar consiste na informatização dos métodos de ensino tradicionais” (Valente 1993). Nessa maneira de pensar e agir pedagogicamente existe a crença de que, para melhorar a Educação, é preciso aperfeiçoar a instrução, isso é ensinar melhor com técnicas mais eficientes.

O uso do computador pode e deve transcender a concepção fragmentada do conhecimento. A visão que acolhe a Informática na Educação para reproduzir o sistema de ensino, por meio de mais uma técnica ou como mais uma disciplina do currículo, precisa ser revista. Principalmente quando se tem preocupação efetiva com os aspectos educacionais. Portanto, torna-se fundamental reconhecer que não basta modernizar um paradigma saturado de ensino. É necessário e urgente transformar o modelo educacional para que o processo de conhecer e de atuar seja integrado e interdisciplinar. O computador pode contribuir para o estabelecimento desse novo paradigma.
Para que o professor motive-se a usar o computador em sua sala de aula precisamos de uma didática eficiente e eficaz que tenha por finalidade o desenvolvimento da capacidade de aprender e de aprendizagem dos alunos, para que isso aconteça é importante termos em mente o tipo de sociedade, sujeito e educação que queremos formar.
Toda e qualquer ação só será positiva se construída coletivamente, partindo de ações onde todos possam colaborar, sem anular as individualidades, mas fortalecendo o coletivo.
A utilização de tecnologias em todos os ramos da atividade humana coincide com um momento de questionamento e de reconhecimento da inconsistência do sistema educacional.
Qual é a atitude que o professor tem diante de um novo conhecimento? No caso em estudo o computador. É desejável que o professor seja um sujeito criativo, com iniciativa, capaz de interpretar e solucionar problemas, de buscar, selecionar, interpretar, organizar, gerar informações e aprender continuamente. Para isso, o professor precisa dominar as linguagens contemporâneas, isto é, saber comunicar-se através dessas linguagens. A emblemática figura do professor sabe-tudo e entregador de informações não se sustentam mais.
Prado (1993) “ O aprendizado de um novo referencial educacional envolve mudanças de mentalidade(...) mudança de valores, concepções, idéias, e, conseqüentemente, de atitudes não é um ato mecânico. É um processo reflexivo, depurativo, de reconstrução, que implica em transformação, e transformar significa conhecer.”
Uma questão que acredito ser imprescindível para o professor levar adiante a inserção das tecnologias em seu trabalho diário é desfazer a confusão feita por muitos educadores sobre a questão informática educativa vista como uma forma de aprender lidar com o computador e não de colocá-lo como um meio de aprendizagem.
Para se integrar o computador ao processo ensino-aprendizagem o professor deve planejar analisar problemas, fazer reflexões, enfim repensar sua prática pedagógica sabendo que o grande desafio hoje é levar seu aluno a utilizar os recursos multimídia e a interagir a partir deles.
A grande importância pedagógica do acesso ao computador é que neste ambiente, os alunos podem aprender fazendo, ao contrário de aprenderem apenas ouvindo como as coisas devem ser feitas, para isso é necessário que o professor crie um ambiente que estimule o pensar, que desafie o aluno a aprender a construir o seu saber num processo cumulativo de ajuda mútua e de percepção partilhada de problemas e necessidades.
É imprescindível que o professor se dê conta que “o erro é considerado benéfico porque nos leva a estudar o que aconteceu errado, e através do entendimento, a corrigi-lo(...) O professor também é um aprendiz(...) todos aprendem com os próprios erros”. (IBID:142) O professor precisa reconhecer os conflitos, para que cada um descubra a potencialidade de aprender, a partir dos próprios erros.
A formação do professor não pode estar, portanto dissociada da prática diária de sala de aula.
Para Dewey(1979) Toda a experiência em desenvolvimento faz uso de experiências passadas e influi nas experiências futuras. O educador é um eterno aprendiz, que realiza uma “leitura” e uma reflexão sobre sua própria prática.
Paulo Freire (1995,1996) dizia que: o professor além de ensinar, o professor aprende, e o aluno além de aprender ensina.
Para o professor, o desafio é criar condições que proporcionem aos alunos uma abertura para novas situações, a liberdade de escolha quanto às direções a seguir e a descoberta do estilo individual de vencer obstáculos.
O professor diante de um novo problema deve assumir uma atitude de pesquisador e levantar hipóteses, realizar experimentações, reflexões, depurações e buscar a validade de suas experiências.
Nóvoa acentua que: “hoje, formação não é qualquer coisa prévia à ação, mas que está e acontece na ação”.
O computador não pode ser visto como “modismo” e sim como uma forma de reflexão-ação em nosso processo ensino aprendizagem.
Não abraçar a tecnologia como mais um modismo, eis o desafio que se coloca para os educadores antenados nesta sociedade informática. Tarefa nada fácil, pois, ao mesmo tempo em que somos testemunhas do espetáculo da complexidade que as tecnologias trazem em seu bojo, presenciamos também esta mesma sociedade informática instituindo novos ritmos, paradigmas, perspectivas, novas formas de se organizar, de trabalhar, de aprender e de viver/conviver (Moraes, 1997).
Infelizmente o professor não foi preparado para pensar na sua prática o que dificulta e muito sua formação para o uso do computador.
Para dar início ao engajamento desta tecnologia na escola, não se pode esperar que todos vão se engajar, muitas vezes o trabalho é de “formiguinha” e poucos vão interessar-se. È importante projetos construídos coletivamente onde “as novas práticas são inventadas, conquistadas, construídas coletivamente, e não no isolamento individual”. (Hutmachor, 1995)
É necessário que o professor se envolva integralmente nos processos de mudança na educação, segundo Freire & Prado 1995.
O uso do computador como ferramenta de aprendizagem requer uma mudança de postura do professor e mudança esta que nem sempre é do interesse do professor, e, mesmo quando o professor demonstra optar pela mudança, esta não ocorre de imediato, mas num processo gradativo, composto de ações, reflexões e depurações “. (Almeida 1996)
É necessário, portanto um trabalho prévio e orientado, onde a supervisão e a orientação de projetos pedagógicos envolvendo a web sejam organizados de forma que os ambientes educativos não se transformem em redes sociais.

Em Educação tudo pode ser tomado como tecnologias e os limites das tecnologias não estão propriamente nelas. Via de regra, tendemos a nos apropriar das tecnologias a medida que vemos os outros fazerem (se nossos olhos vêem lâminas de retroprojeção serem empregadas exemplarmente para apresentar conteúdos que poderiam ser apresentados em quadro de giz, passamos a faze-lo na mesma dimensão).
O nosso pequeno conhecimento em torno das características e particularidades das diversas tecnologias é que nos faz lidar com elas restritamente. (por exemplo, usamos o filme gravado em vídeo como se fosse o próprio filme, a internet como se fosse um espaço privilegiado para difusão de mensagens impressas, quando é altamente apropriado para difusão de mensagens cinético-audiovisuais (Hildenbrand, 2007)

Hoje nos deparamos com a necessidade de compreender as tecnologias a ponto de incorporá-las com propriedade a nossa prática.

Os professores precisam conhecer mais as TIC, para que, dotados de conhecimentos, atitudes, práticas e posturas compatíveis, possam integrá-las ao fazer pedagógico. A existência de lacunas de conhecimentos nesse sentido, justifica a tão pouca utilização de umas tecnologias nas aulas e o uso exagerado de outras.

O ato de educar desafia o professor a incorporar diversos meios de comunicação no seu fazer pedagógico, pois as tecnologias estão efetivamente presentes na escola, introjetadas na cultura dos alunos. Porém, a relutância dos professores em apropriar-se das novas tecnologias no sentido de dar novo significado e sentido ao processo de ensino-aprendizagem tem contribuído para a instalação do abismo em escola e realidade. Alijada da cultura midiática que fomenta os modos de ser e fazer da sociedade hoje, a escola é vista como descontextualizada, mantendo a postura de abordagem fragmentada dos conteúdos.

Usar tecnologias na escola requer muito mais do simples clicar de botões, é necessário a fundamentação associada a uma base filosófica relacionada a compreensão da tecnologia educacional. Assim, incorporar a tecnologia na escola e na prática pedagógica a partir dos pressupostos de interação e construção do conhecimento, baseados na realidade do aluno, visando a aprendizagem como processo cooperativo, requer do professor tempo de estudo e desejo para aprender. Esses aspectos representam condição primeira para a presença das tecnologias na escola como mediadoras da compreensão da realidade em que vivemos.
Outro aspecto de grande importância é a formação do professor, pois segundo Nóvoa (1997), a troca de experiências entre os docentes solidifica os espaços de formação continuada em que cada professor é chamado a desempenhar, simultaneamente, o papel de formador e formado. Tardif(2002) lembra que seremos reconhecidos como sujeitos do conhecimento e verdadeiros atores sociais quando começarmos a reconhecer-nos uns aos outros como pessoas competentes, pares iguais que podem aprender uns com os outros.
Para Fernando Almeida esta formação passa por duas vertentes:
· Uma é da sua formação em serviço, a partir do cotidiano, nascida de seus problemas, da realidade de seus alunos, de seu contexto, buscando aliar teoria à prática e a prática reiluminando e reformulando as teorias.
· A outra é a apropriação dos uso das tecnologias da informação e comunicação(TIC) como elemento de sua profissionalização. Aprender a manipulá-las, pensar sobre ela, pensar com ela, documentar processos cognitivos e aperfeiçoar as dinâmicas de aprendizagem dos alunos – e a própria – são alguns dos objetivos do uso das TIC.Mas não se trata de um uso extemporâneo ou como anexo do currículo escolar. No uso a que me refiro é o próprio currículo que se revê.(Almeida. 2005,on-line)
Para garantir que os professores possam integrar as TIC ao currículo, não é suficiente apenas oferecer uma formação que tenha como foco a aprendizagem sobre diferentes softwares ou teorias de aprendizagem. É preciso propor estratégias e o desenvolvimento de habilidades que possibilitem ao professor ser autônomo e ao mesmo tempo capaz de colaborar, sugerir, facilitar e construir projetos em parceria com outros educadores.

As tecnologias educacionais, nas diversas categorias como impressos, audiovisuais e informáticos, não são presença constante na maioria das salas de aula e, no geral se estão presentes é de forma muito limitada de suas possibilidades pedagógicas. Buscar a alfabetização tecnológica é portanto, é uma necessidade urgente e imediata.

Precisamos avaliar nossa prática, saber se nossos percursos são os caminhos mais próprios para os fins educacionais que pretendemos.

Segundo Fagundes (2004), o percurso da escola para adentrar nesse mundo conectado e permeado por tecnologias, passa necessariamente pela curiosidade, pelo intercâmbio de idéias e pela cooperação mútua entre todos que se encontram envolvidos no processo.
Bibliografia:

ALMEIDA, M.E.B. Informática e Formação de professores. Série de Estudos.Vol I. Brasília, Ed.Parma Ltda, 2000.
BORGES, M.K. [et al.] Tecnologia, educação e aprendizagem: os desafios para o educador na era da comunicação e da informação. Florianópolis, UDESC/CEAD, 2003.
CHAVES, E.O.C. O Desafio da Tecnologia na Educação [on-line] Universidade Estadual de Campinas. Disponível em: http://www.escola2000.org.br/pesquise/texto/textos_art Acesso em: 25/07/2007
FAGUNDES, Léa. Podemos vencer a exclusão digital. Revista Nova Escola online. São Paulo, n.172, ab./maio,2004.
MARCUSSO Nivaldo,BRITO Paulo,TELLES Marcos ,coordenadores) . Praxis – Comunidade de Prática de Tecnologia em Educação
MORAN, J.M., MASSETO,M., BEHRENS, M.A Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. SP. Papirus, 2003
MORAES, MARIA CÂNDIDA. O paradigma educacional emergente. Campinas: Papirus,1997
MORIN, Edgar. Ciência com Consciência. RJ Bertrand Brasil, 2003
HILDENBRAND, Luci. Revista ABC EDUCATIO – Ano 8, nº 67 - jun/jul/2007 P.28

Um comentário:

Anônimo disse...

Sabemos que as tecnologias foram criadas para os mais diversos fins inclusive para a educação, em busca de qualidade. Não podemos ficar alheios enquanto educadores, pois estão ocorrendo grandes e importantes transformações na sociedad. Portanto devemos utilizar esses meios, produzir novas formas de aprender, de ensinar, de interagir e assim nos levar a rever os fins e os métodos da educação. É um grande desafio, sem dúvida, para a escola, pois compete a ela a função de educar cidadãos conscientes e atuantes na sociedade.
Lizandra